sábado, 20 de dezembro de 2008

Twiggy: o esquilo esquiador

O esquilo é a atração de uma feira náutica americana, o Show Nacional de Barcos de Nova York. Twiggy é treinado por LouAnn Best, que cria há 30 anos esquilos órfãos e os ensina a esquiar na água. Segundo Best, tudo começou como uma brincadeira quando seu marido comprou um barco de controle remoto para suas filhas.
Hoje o esquilinho é famoso por causa das suas habilidades sobre o esqui.
Lindo, não é?!

Frase do Dia

"Em vão buscaremos ao longe a Felicidade, se não a cultivarmos dentro de nós mesmos."
(Rousseau)

Instituto Baccarelli

Ontem, no Globo Repórter, mostraram como comunidades de favelas têm potencial para desenvolverem sua sensibilidade participando de orquestras, como a do Instituto Baccarelli, que reúne centenas de jovens e adultos, hoje são quase 600 num grupo de coral e orquestras. Lá eles cantam, tocam violinos, violoncelos e outros.
Esses jovens mudaram suas vidas, que hoje é voltada para a música. Tudo começou na favela de Heliópolis, no meio de uma rotina de tráficos de drogas, roubos e assaltos, mas conseguiram construir outra realidade para os que moram ali.
O maestro Baccarelli foi o primeiro a levar a escola de música para essa região e no dia 11 de dezembro de 2008 a Instituição Pró-Vida doou a mais nova escola de música para que eles pudessem usufruir ainda mais dessa arte num espaço inteiramente destinado à música, com uma excelência em acústica.
Esses jovens músicos já estão sendo tão reconhecidos, que muitos deles foram convidados para irem à Europa tocar com grandes orquestras, e até ganharam bolsas de estudos. E de fato, as apresentações da Orquestra Baccarelli têm encantado gente muito importante como o Papa Bento XVI, na Catedral da Sé, o músico italiano Ennio Moricone, o pianista Arnaldo Cohen, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Essa é uma prova que todos têm potencial para crescer e conseguir uma vida melhor, depende do esforço e da vontade de cada um.
Para começar esse blog, que fazer um apelo sobre uma coisa que me deixa perplexa.

Fiquei impressionada quando vi o cãozinho de rua ajudar outro cão que foi atropelado na avenida. Ele puxou o pobre atropelado para fora da pista e ficou lá até que chegou o resgate.
Essa não foi a primeira vez. Há uns meses outro cão foi prestar ajuda ao seu amiguinho que estava morto no meio de uma rua muito movimentada, e ali ficou como quem vela a morte de um ente querido.
Isso me fez pensar sobre algumas coisas, inclusive como um cão pode ser mais humano que muitos de nós, que mesmo na hora do desespero e na hora que o outro mais precisa da nossa ajuda, podemos ser falsos, egoístas, incapazes de pensar no próximo antes de nós mesmos.
Aconteceu na semana passada. Soldados e voluntários para recorrerem às vítimas das enchentes em Santa Catarina tiveram a pouca vergonha de escamotear, sim, roubar os próprios necessitados da catástrofe! Pessoas que precisavam urgente de ajuda, pois perderam suas casas, muitos perderam familiares e amigos. Mas isso não foi o bastante para comover os outros, que no início se mostraram tão prestativos e calorosos doando roupas, alimentos e eletrodomésticos. Foi só dar um voto de confiança que começaram a abusar e levar para as próprias casas, o que era de pertence das vítimas.
Quando vamos acordar e perceber o verdadeiro valor das coisas? Será que nem na hora do desespero as pessoas serão mais solidarias e verdadeiras? Será que nunca poderemos confiar em ninguém?
É por essas e outras que o Brasil não cresce, nem vai crescer se o homem não começar mudando a si próprio.